Quero deixar bem claro, que tudo escrito a baixo é vindo de minha própria autoria, vou adorar críticas ou comentarios construtivos, mas devo alerta-los que pode ser muito pesado pra quem possa vir a ler, leia por sua conta e risco, pessoas de estomago fraco, podem não gostar, e sentirem mal pelo que aqui será escrito.
Post +18 anos.
Era uma quarta feira, estava em um bar próximo a minha casa assistindo um jogo do meu time enquanto tomava umas cervejas, algo que já havia se tornado rotina devido aos meus problemas com familiares em casa, apenas precisava de um tempo para mim.
Já estava próximo do fim do jogo quando notei uma mulher que me olhava ao longe, quando ela reparou que eu a vi, ela se dirigiu até minha mesa e a reconheci como uma velha amiga de minha irmã mais velha, que costumava ir a minha casa anos atrás. Ela chegou sorrindo e me cumprimentou com entusiasmo, na hora lembrei seu nome, Gabriela. Gabriela era ruiva de cabelo longo e liso, olhos bem claros e uma pele delicada, era magra medindo aproximadamente 1,60, tinha uma bunda proporcional ao corpo e seios não muito fartos. Ela vestia um vestido preto de alcinhas e curto. Aparentava ser mais nova apesar de seus 27 anos.
Retribui seu cumprimento e a convidei para juntar-se a mim, foi quando notei uma aliança dourada em sua mão esquerda, mesmo desanimado me coloquei a por a conversa em dia com ela, e não pude deixar de notar seu interesse em saber como eu estava enquanto comentava que eu havia mudado muito e que agora estava um belo homem. Seus comentários foram me deixando mais e mais interessado nela, que era uma mulher inacreditável, toda sua inteligência e delicadeza estavam me empolgando, já fantasiava em levar aquela linda moça para a cama. Aproximei minha cadeira da dela e fui agradando ela, a fazendo rir, deixando ela encabulada, até que lhe roubei um beijo. Ela não hesitou, foi um beijo incrível, muito bom, que me excitou bastante. No entanto ao terminar ela ficou meio embaraçada com a situação, comentou que nunca havia traído o seu marido, que não deveria fazer aquilo, mas que já havia um mês que ele tinha viajado e mal ligava para ela pra dar noticias. Como o ano era de 91 não havia muitos celulares, e os poucos que havia eram muito caros, e não valiam o custo. Eu a consolei, disse que não iria forçar nada, mas que era reconfortante estar com uma mulher como ela e adoraria ter o prazer de passar aquela noite com ela. Gabriela ficou meio sem jeito e pediu licença para ir ao banheiro, quando voltou disse que precisava ir embora, então paguei a conta e a levei até a saída. Ela se despediu e foi em direção ao carro, fiquei irritado, agarrei-a e a coloquei contra a parede e lhe dei um beijo gostoso, segurando a com força, não para que ela não escapasse, mas para sentir-se segura em meus braços. Após o beijo ela se soltou e foi até o carro, parou um instante, olhou para mim e disse meio envergonhada “quer carona?”.
Apenas entrei no banco do carona sem dizer uma palavra, ela entrou também no carro e começou a dirigir, sem perguntar onde eu morava. Animei-me com isso, sorri para ela e notei um sorriso safado que vinha dela, não me contive, comecei a alisar suas coxas de cima a abaixo, só percebia seu rostinho gostando do que eu fazia, provocava mais e mais enquanto ela dirigia, resolvi me atrever um pouco mais e subi minha mão até sua calcinha e alisei sua vagina por cima da calcinha de baixo a cima, o que teve como reação da parte dela um olhar de tesão extremo, afastei sua calcinha e senti o local já úmido. Enfiei dois dedos dentro dela, ouvi um gemido, seguido por uma mordida no lábio. Percebi que ela estava a pirar, e após dois minutos ela parou o carro em frente a uma casa. Gabriela não disse nada, apenas saiu do carro e foi abrindo a porta da casa, fui atrás dela e a encoxei contra a parede, ela relutou e me virou contra a parede e disse para eu ter calma, que eu já havia conseguido, mas que dessa vez ia provar o que era uma mulher de verdade. Fiquei curioso e aguardei, ela retirou os sapatos e me puxou para o seu quarto que era no segundo andar, eu estava animado e curioso, Gabriela agora queria, agora desejava, era totalmente oposta a aquela mulher que eu conhecera umas horas antes no bar.
Ao chegarmos a seu quarto, ela me empurrou na cama e desligou todas as luzes menos a de um abajur. Me fitou com os olhos e subiu na cama em direção a mim, retirou a minha camiseta e subiu vezes beijando, vezes mordendo meu corpo. Enquanto ela fazia isso eu levantei sua saia e deixei sua bunda totalmente amostra, aquela pele macia, gostosa e cheirosa estava me levando ao delírio. Ela parou, tirou minha calça, minha cueca e pegou gostoso em meu pênis, que estava explodindo, eu podia senti-lo palpitar, eu nunca tivera estado tão excitado. Gabriela se abaixou até meu penis e após elogiá-lo o colocou na boca e começou a chupar, ah que boquinha gostosa, era o melhor boquete que já havia recebido, ela fazia movimentos fantásticos com a língua enquanto massageava meus testículos com sua mão esquerda, o que me fazia gritar de tanta excitação, em um momento ela praticou uma garganta profunda, senti que ia gozar, eu não ia me segurar, pedi pra ela parar. Ela massageou mais meus testículos e sorriu querendo provocar. Eu a virei e arranquei o seu vestido ferozmente, ela sorriu e sussurrou finalmente atitude, beijei sua boca enquanto apertei sua bunda. Fui descendo pelo seu corpo o beijando e notei que por causa do vestido ela não estava usando sutiã, seus seios estavam durinhos, consequência de sua excitação, chupei-os até que me desloquei até sua calcinha. Tirei-a enquanto sorria para Gabriela, era ali que eu planejava estar desde o inicio. Após retirar, fiquei observando aquela linda vagina, tão linda, toda depilada, diferente de todas até aquele dia. Não me contive e me coloquei a apreciá-la, fiz de tudo pra fazer o melhor oral da vida dela, penetrei com a língua dentro dela até ouvir o urro de prazer dela. Levantei suas pernas até meus ombros e encaixei meu pênis dentro dela, sem calma, tudo que eu queria era aquele corpo, e ela pedia mais e mais para mim, entramos em um transe sexual, só havia nossos corpos ali, não havia cama, não havia quarto, não havia mundo, estávamos nos desejando, ela me apertava, arranhava , gritava. Ela me virou e começou a rebolar comigo ainda dentro dela, aquilo era a melhor coisa que eu já tinha experimentado, urrei com aquilo, a expressão na face dela era de prazer, de estar amando me ver delirando, de estar dando para mim na cama de seu marido. Ela sentou de costas para mim e se colocou a subir e descer com força, não me agüentei, queria ter-la de quatro, a levantei e a posicionei contra a cabeceira da cama e a penetrei com a maior força e velocidade possível, nessa hora fomos ao delírio juntos, ela berrava, acredito que da rua qualquer um escutava, eu só queria viver aquilo, cada vez mais rápido, mais forte e mais prazeroso. Senti ela gozar, me senti satisfeito, faltava minha vez, deixei o gozo vir, estava quase lá quando ela grita “não goza dentro de mim”. Tive tempo apenas de tirar e sujar aquela bundinha dela toda. Deitei ao seu lado, ofegante, ela mal se mexia, minhas pernas estavam bambas, a abracei e ela adormeceu em meus braços.
@JovemFirmino